terça-feira, 9 de setembro de 2014

Sobre uma de suas obras

Bacon fala no livro da divisão da FILOSOFIA que é DIVINA, NATURA e HUMANA. No que toca a filosofia divina - Bacon- não vê grandes falhas somente chama a atenção para os excessos de fantasias e recomenda não misturar o conhecimento teológico do filosófico.
Por sua vez, a FILOSOFIA NATURAL divide-se em ESPECULATIVA, OPERATIVA e RELATÓRIO DE PESQUISA. A filosofia especulativa divide-se em FÍSICA e METAFÍSICA, esta divide-se em MATEMÁTICA que divide-se em matemática MISTA e PURA. A parte OPERATIVA divide-se em 3 partes: EXPERIMENTAL, FILOSÓFICA e MÁGICA. E, por fim, os relatórios de pesquisa que servem para registrar as DÚVIDAS e as AFIRMAÇÕES; as dúvidas são de 2 tipos: PARTICULARES e GERAIS.
A FILOSOFIA HUMANA é dividida em 2 partes a PARTICULAR (estuda o homem isoladamente), e a CONJUGADA (estuda o homem em sociedade). A filosofia humana particular diz que o homem é CORPO e MENTE; o corpo possuem as qualidades da SAÚDE, BELEZA, FORÇA e PRAZER. A mente possui a sua NATUREZA e as suas FUNÇÕES (ou faculdades). As funções são RACIONAL e MORAL; à função racional: INVENTAR, JULGAR, LEMBRAR e TRANSMITIR. Quanto a natureza da mente (e não alma) é dividida em FASCINAÇÃO e ADIVINHAÇÃO; a adivinhação em RACIONAL e EXPERIMENTAL. 

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Vídeo complementar sobre Bacon


quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Teorias de Francis Bacon

A teoria de Francis Bacon sobre Os Ídolos refere-se à preocupação dele com a análise de falsas noções (ídolos) que se revelam responsáveis pelos erros cometidos pela ciência ou pelos homens que dizem fazer ciência. Esses ídolos foram classificados em quatro grupos:

  • Idola Tribus (ídolos da tribo): Ocorrem por conta das deficiências do próprio espírito humano e se revelam pela facilidade com que generalizamos com base nos casos favoráveis, omitindo os desfavoráveis.
  •  Idola Specus (ídolos da caverna): De acordo com Bacon, cada pessoa possui sua própria caverna, que interpreta e distorce a luz particular, à qual estão acostumados. Isso quer dizer que, da mesma maneira presente na obra 'República' de Platão, os indivíduos, cada um, possui a sua crença, sua verdade particular, tida como única e indiscutível.
  • Idola Fori (ídolos do foro): Segundo Bacon, os ídolos do foro são os mais perturbadores, já que estes alojam-se no intelecto graças ao pacto de palavras e de nomes. Para os teóricos matemáticos um modo de restaurar a ordem seria através das definições.
  • Idola Theatri (ídolos do teatro): Os ídolos do teatro têm suas causas nos sistemas filosóficos e em regras falseadas de demonstrações.   
Na filosofia, Empirismo é um movimento que acredita nas experiências como únicas (ou principais) formadoras das idéias, discordando, portanto, da noção de idéias inatas. Na Idade Moderna, graças aos trabalhos do filósofo inglês Francis Bacon, o empirismo começou a se delimitar tal como o conhecemos hoje. Bacon criticava tanto o conhecimento que não fosse proveniente dos sentidos quanto os próprios empiristas de épocas anteriores.



segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Francis Bacon - contexto histórico

 Contexto Histórico

Para entender por que Bacon é tão importante, é preciso ter em conta que, na época dele (século XVI), eram adotados os princípios da física aristotélica, que desmentiam, muitas vezes, a experiência. Por esse motivo, um sentimento de insatisfação com o método até então usado, fez com que vários pensadores procurassem outro modo de investigação.Em vez de uma contemplação estéril, desejavam uma nova ciência, orientada para a técnica. E foi um método para isso que Bacon propôs. Aristóteles escreveu o Organum, conjunto de livros que criaram a lógica. Organum significa “instrumento”. Como Bacon pensava que os instrumentos dos antigos não serviam para a ciência que deveria ser inaugurada, ele escreveu um Novum Organum.
A primeira coisa a se notar é que o Organum de Aristóteles era um conjunto de escritos de lógica, tratando, assim, de dedução. Bacon, por outro lado, propôs que a ciência só avançaria se investigasse indutivamente. Assim, o método que Bacon propõe opera partindo de exemplos empíricos particulares para chegar a axiomas gerais.


segunda-feira, 4 de agosto de 2014

A Biografia de Francis Bacon


         Francis Bacon nasceu em Londres, em 22 de janeiro de 1561. Foi importante na formulação de teorias que fundamentaram a ciência moderna. É considerado o pai do método experimental. Formou-se em Direito, pela Universidade de Cambridge. Nessa época já tinha fama e prestígio. Como diplomata, esteve na França como acompanhante do embaixador inglês, e só em 1579, com o falecimento do pai, regressou para Londres a fim de retomar a carreira jurídica e políticaEm 1584, Bacon toma assento na Câmara dos Comuns, como representante de um pequeno distrito. Nessa época escreve a "Carta de Conselhos" à rainha Elizabeth, que advoga várias medidas de tolerância religiosa e de supremacia estatal em relação à Igreja. Desempenhou, durante o reinado de Jaime 1º, as funções de procurador-geral, fiscal-geral, guarda do selo e grande chanceler. Em 1618 foi nomeado barão de Verulam e, em 1621, visconde de St. Usou a influência do tesoureiro real, seu tio materno, até tornar-se seu conselheiro particular. Mas não conseguiu, sob seu reinado, ser nomeado procurador geral, como ambicionava.  Nesse período casou-se com Alice Barnham, filha de um conselheiro municipal londrino. Em 1605, dedicou ao rei, seu trabalho "O Avanço do Conhecimento". Escreveu sobre questões do estado e de relações entre a coroa e o parlamento. Com o patrocínio de George Villiers, futuro sucessor do trono e duque de Buckingham, torna-se Lorde Conselheiro (1616), Lorde Guardião (1617) e Lorde Chanceler (1618). Nesse cargo, em 1621, foi acusado de corrução. A obra de Bacon representa tentativa de realizar o vasto plano da "Grande restauração". A realização desse plano compreendia uma série de tratados que, partindo do estado em que se encontrava a ciência da época, estudavam o novo método que deveria substituir o de Aristóteles. Obviamente, a impossibilidade de realizar obra de tamanho vulto foi logo percebida por Bacon, que produziu apenas certo número de tratados. Não obstante, a primeira parte da "Grande restauração" chegou a completar-se e se encontra nos "Nove livros sobre a dignificação e progressos da ciência". O "Novo método ou Manifestações sobre a interpretação da natureza" apareceu em 1620.
Francis Bacon morreu de complicações respiratórias, em Londres, Inglaterra, no dia 9 de abril de 1626.



Fontes: Educação Uol
            e-biografias